Tire suas Dúvidas

A Cirurgia Robótica é uma modalidade de cirurgia minimamente invasiva que se assemelha à cirurgia por videolaparoscopia. Tal como as cirurgias clássicas por vídeo, a Cirurgia Robótica utiliza pequenas incisões para realização de grandes procedimentos cirúrgicos. Contudo, a tecnologia robótica agrega ainda a utilização de uma plataforma que amplia a imagem em 10 x, de forma tridimensional  com ergonomia mais confortável para o cirurgião e movimentos mais precisos, livres de tremores. 

A Cirurgia Robótica possui uma visão diferenciada, ampliada, tridimensional, ergonomia confortável para o cirurgião e movimentos mais precisos. Essas características possibilitam que o robô possa realizar cirurgias altamente complexas, em regiões com espaços pequenos, com taxas de complicações muito baixas e consequentemente, maior segurança para os pacientes. Comprovadamente, as cirurgias robóticas se associam a taxas de sangramento extremamente reduzidas, recuperação rápida com breve retorno ao trabalho e atividades de esporte e lazer, e tempo de internação hospitalar curto.

Na cirurgia pra tratamento do câncer de próstata, por exemplo, há uma expectativa grande que trabalhos venham a comprovar melhores taxas de preservação da potência (função sexual) e recuperação mais rápida da continência urinária.

As especialidades que mais avançaram na Cirurgia Robótica foram a Urologia e a Ginecologia. Mas a Coloproctologia, Cirurgia Oncológica, Gastrocirurgia, Cirurgia Torácica e até Cirurgia de Cabeça e Pescoço têm utilizado gradativamente a técnica robótica.

A Cirurgia Robótica se consagrou no âmbito do tratamento de diversos cânceres, como câncer de próstata, rim, endométrio e reto. Contudo, aos poucos, todas as cirurgias que são realizadas, classicamente, por videolaparoscopia vão sendo paulatinamente substituídas pela Cirurgia Robótica que torna os procedimentos mais fáceis e seguros.

Nos Estados Unidos a maioria da população já tem acesso a esse avanço tecnológico. Contudo, no Brasil, isso ainda é uma realidade distante. Devido ao seu elevado custo (um robô custa em torno de 13 milhões de reais), a Cirurgia Robótica no SUS só existe em poucos lugares em São Paulo e mesmo assim com acesso restrito. No âmbito privado, a maioria dos convênios fornece cobertura privada, devendo parte do procedimento ainda ser custeado pelo próprio paciente.

O IBCR é um grupo de cirurgiões robóticos das mais diversas especialidades, sem qualquer vínculo institucional, que se uniu, de forma independente, para ajudar mutuamente e difundir informações a respeito da Cirurgia Robótica. Este grupo é composto por profissionais de Salvador das áreas de Urologia, Ginecologia, Coloproctologia e Cirurgia Oncológica, além de uma instrumentadora especializada em Cirurgia Robótica, que se ajudam em procedimentos robóticos e que constituíram uma plataforma digital interativa (através de site, e-mail e WhatsApp) para difundir conhecimento e esclarecer dúvidas da população sobre essa nova tecnologia. 

As distâncias que existem nas relações médico – pacientes, são frutos de valores individuais de cada profissional. Quem exerce sua profissão por vocação e com amor jamais sofrerá influência de um determinado tipo de técnica cirúrgica na relação com o seu paciente. É importantíssimo lembrar que diferente do que possa soar, quando um paciente faz uma “cirurgia robótica“, quem comanda e guia todos os movimentos do robô é um cirurgião, um médico, um ser humano. O robô é apenas um aparato tecnológico que facilita o procedimento e otimiza resultados. Depois que o paciente está anestesiado sendo submetido ao ato operatório, pouca diferença faz se o corte para realizar a cirurgia é grande ou pequeno no que diz respeito à relação médico – paciente. 

As distâncias que existem nas relações médico- pacientes, ao meu ver, são frutos de valores individuais de cada profissional  Quem exerce sua profissão por vocação e com amor jamais sofrerá influência de um determinado tipo de técnica cirúrgica na relação com o seu paciente. É importantíssimo lembrar que diferente do que possa soar, quando um paciente faz uma “cirurgia robótica“, quem comanda e guia todos os movimentos do robô é um cirurgião, um médico, um ser humano. O robô é apenas um aparato tecnológico que facilita o procedimento e otimiza resultados. Depois que o paciente está anestesiado sendo submetido ao ato operatório, pouca diferença faz se o corte para realizar a cirurgia é grande ou pequeno no que diz respeito à relação médico- paciente. 

Infelizmente o processo de capacitação ainda é heterogêneo e não tem um padrão bem estabelecido. Poucos serviços no país oferecem uma subespecialidade em Cirurgia Robótica, que é o caso por exemplo do Hospital AC Camargo, em São Paulo. A Intuitive/Stratner, empresa que fabrica e revende o robô mais utilizado, o Da Vinci, exige uma “certificação “ para que o cirurgião seja considerado apto a utilizar a máquina. Contudo, isso não atribui ao cirurgião certificado a capacidade de realizar cirurgias robóticas com proficiência. A praxe é que após a certificação, o cirurgião recém-certificado realize suas primeiras cirurgias sob a orientação de um cirurgião robótico mais experiente e habilitado ao ensino da tecnologia. Esses cirurgiões orientadores são conhecidos como “proctors” e serão responsáveis por dizer quando o cirurgião robótico em treinamento está habilitado a operar sozinho sem supervisão. O número de cirurgias varia com a facilidade em aprender a nova tecnologia de cada indivíduo e com a complexidade demandada por cada caso. Um cirurgião robótico recém-certificado precisa operar sob supervisão, em média, 20 procedimentos. Contudo, como dito, esse número pode variar para mais ou para menos. É importante salientar que o hospital que compra o robô possui papel primordial em prezar pelo respeito a estas normas de preparação dos seus cirurgiões robóticos , visando a segurança dos seus pacientes. O não seguimento destes preceitos podem resultar em cirurgias muito prolongadas, complicações cirúrgicas potencialmente evitáveis e a perda dos benefícios que podem ser proporcionados por essa nova tecnologia. 

Um fato que merece ser enaltecido na Cirurgia Robótica é que este tecnologia permite que o cirurgião treine exaustivamente em programas de simulação do próprio robô antes de de fato realizarem cirurgias em pacientes reais. 

A Cirurgia Robótica começou a ser realizada na Bahia no final de março de 2019 no Hospital Santa Izabel, e ganhou tanta força que o Hospital São Rafael atualmente também já realiza este tipo de cirurgia. Por enquanto, aqui em Salvador, temos estes dois hospitais.

Depende de onde estamos falando. Nos Estados Unidos, por exemplo, mais de 85% das cirurgias para tratar câncer de próstata são realizados através da Cirurgia Robótica. No Brasil, em setembro de 2018, o país atingiu a marca de 5 mil Cirurgias Robóticas em 5 anos. Contudo o número vem aumentando rapidamente. A especialidade que mais realiza este procedimento em nosso país é a Urologia e isso se deve, principalmente, aos benefícios proporcionados por essa técnica no tratamento do câncer de próstata, que atinge 1 em cada 8 homens.

Já é cientificamente bem estabelecido que Cirurgia Robótica de forma global está associada às menores taxas de sangramento, menor incidência de dor e recuperação mais rápida. Além disso, a curva de aprendizado do cirurgião é notavelmente mais rápida do que outras técnicas assim como a ergonomia é considerada de forma unânime mais confortável para o cirurgião que a exerce, aumentando inclusive, a vida útil do cirurgião. Além disso, há uma série de benefícios potenciais, como no tratamento do câncer de próstata, onde alguns estudos sugerem que pode haver eficiência na preservação da potência sexual, fato este explicado pela melhor visualização de estruturas delicadas.

Contacte-nos através do nosso número (71) 99995-8899 e nossa assistente fornecerá todas as informações.

Mas de maneira muito objetiva, o paciente envia exames previamente realizados, e agenda um horário para receber uma chamada por vídeo que é realizada por um de nossos especialistas. Através de ferramentas apropriadas, tudo é registrado em prontuário médico e receitas e solicitações de exames são enviados de forma digital seguindo as recomendações do Ministério da Saúde e Conselho Federal de Medicina.

O valor pode variar de estado para estado e dentro da mesma cidade terá variações do mesmo modo que acontece no consultório com uma consulta presencial. O valor em nossa cidade tem variado entre 200-400 reais. 

Os sintomas dependerá basicamente da localização e tamanho. Miomas submucosos – dentro do útero – cursam com sangramento aumentado e infertilidade (dificuldade de engravidar. Miomas intramuros – cursam com cólicas, dor pélvica, infertilidade e sangramento aumentado. Miomas subserosos – dificilmente apresentam sintomas apenas quando estão volumosos cursam com dificuldade para defecar (compressão intestinal), vontade urinar com frequência e aumento do volume abdominal

Cólica menstrual intensa (dismenorréia)
Dor pélvica cíclica
Dor pélvica fora do período menstrual
Dor para defecar no período menstrual (disquezia)
Sangue nas fezes associado ao período menstrual (hematoquezia)
Dor na relação sexual (dispareunia)
Sangue na urina no período menstrual (hematúria)
Dor ao urinar no período menstrual (disúria)
Sintomas de infecção urinária na época da menstruação
Infertilidade (dificuldade de engravidar)
Dor no ombro na época da menstruação  

A grande maioria dos tumores malignos da próstata são assintomáticos ;
Assim sendo, caso o tumor apresente sintomas , isso indica que a doença já encontra-se avançada. O ideal então, é que o diagnóstico seja feito de forma precoce o que só é possível através das políticas de rastreamento com realizados de toque retal e psa para todos a partir dos 50 anos ou a partir dos 45 anos para negros e pessoas com história de câncer de próstata em parentes de primeiro grau

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